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A mostrar mensagens de Agosto, 2019
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CAPA e BATINA E A IGREJA??!!   Será que existe uma relação?  O Traje académico, também conhecido por Capa e Batina, foi objecto de significativas transformações, no talhe e no aspecto, ao longo dos anos e tem a sua génese nas próprias vestes eclesiásticas. A influência da Igreja no ensino, e, consequentemente, nos próprios estudantes, é um factor importante para explicar algumas particularidades que ainda hoje vigoram entre nós. Realmente, tendo sido responsável pelo ensino superior até ao séc.XVIII, a Igreja, pelo estreito contacto que mantinha com o meio estudantil, veio a influenciar este com algumas características. A mais vistosa é o próprio traje (como já atrás foi referido), no entanto, outras particularidades se podem salientar. É de Praxe ter os botões do traje em número ímpar, os furos dos sapatos em número ímpar, os emblemas na capa em número ímpar, em suma, esta fixação pelo número ímpar vai ao ponto de não se dizer números pares e, em vez deles, dizer o
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Preso só na UC. Foi D. Dinis que cria um estatuto jurídico especial        Documento da criação foro académico A 15 de fevereiro de 1309, outorgou-lhe D. Dinis a «Carta magna privilegiorium», na qual a isenção do foro comum foi consideravelmente ampliada. ... 1.º Proíbe ao alcaide Coimbra e aos seus oficiais que, em qualquer ocasião e seja por que motivo for, obrigarem os estudantes a comparecer perante os tribunais seculares; 2.º Permite-lhes apenas que os prendam em delito de homicídio, ferimento, furto ou roubo, rapto de mulher, ou fabricação de moeda falsa; com a condição porém de, o mais breve possível e sem dificuldades, independentemente de qualquer requisição, fazerem entrega deles à autoridade eclesiástica para esta os julgar. E assim ficaram as coisas nos primeiros tempos da Universidade em Coimbra. As pessoas universitárias eram isentas da jurisdição das autoridades comuns, tanto nas causas crimes como nas cíveis, e sujeitas à jurisdição de um Juiz p
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Breve história sobre o início da Imprensa da Universidade de Coimbra Em 1542, João da Barreira e João Álvares instalaram em Coimbra a sua imprensa, saindo logo nesse ano dos seus prelos a obra jurídica de Martín de Azpilcueta.  O Reitor da Universidade estabelece com eles contrato para serem impressores da Universidade recebendo os ditos impressores doze mil reis anuais. Os mesmos impressores são comissionados para ir a Lisboa em 1546 recolher todo o material da Imprensa com que D. João III dotara a Universidade. Na oficina da Universidade continuou António da Barreira a atividade de seu pai João da Barreira, após o falecimento deste em 1590. Da sua mão saíram os Estatutos da Universidade publicados em 1593, cuja aprovação se dera já em 1591. Nos Estatutos de 1559 surgem já referências a impressões da Universidade, ficando os assuntos com ela relacionados a cargo do guarda do cartório. Inicialmente a Universidade não possuía oficina própria; tinha por isso necessidade de recorrer ao
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Sabia que a Universidade de Coimbra tem um hino? Existe sim um hino, chamado de Hymno Académico , foi oferecido à Academia de Coimbra, em Outubro de 1853, pelos estudantes José Augusto Sanches da Gama (letra) e José Cristiano O’Neill de Medeiros (música). (art.) Em determinadas cerimónias oficiais ainda continua a ser tocado. Poderá consultar mais informações em  link Hymno Académico [de Coimbra] Do trabalho, na lide affanosa, Doce esp’rança nos vem affagar: Somos jovens, sentimos no peito Santo amor da sciencia brotar. O que valem riquezas da terra Sem sciencia, no mundo, o que são? Trabalhae que seus dons nos offerta O trabalho com provida mão. CORO E se a Patria, seus ferros quebrando, Quer seus filhos á guerra chamar, Vamos todos, no campo, da gloria, Nossas vidas á Patria votar. Recordemos os sabios famosos, Que a sciencia nos vem apontar; Que souberam, dos sec’los zombando, Aos vindoiros seus nomes legar. E attendamos que
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AS ESCULTURAS DE LAPRADE No Paço das Escolas existem algumas esculturas de Claude Laprade, sendo a maior a que se encontra na Via Latina, onde foi colocada uma composição escultórica, executada em 1700-1701. Composta de dois atlantes que suportam o frontão curvo, enquadrando um moldura oval com a escultura do rei D. José I em meio corpo, completada por duas figuras femininas sentadas, a Fortaleza e a Justiça. Os frontões das portas dos "Gerais" foram também executados por Laprade, onde estão representadas as primeiras faculdades e outras referências de Coimbra.
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UMA RAPOSA NA UC Dos Gerais da Faculdade de Direito ao corredor de acesso à Via Latina, encontra-se um dos azulejos mais famosos e mais sacrificados da UC, a famosa “Raposa”, que os estudantes chutavam para a afastar o chumbo (rapozos = chumbos), tornando-se esta uma das mais famosas lendas da universidade. Atualmente a raposa está protegida por um vidro, dado a sua grande deterioração.